Mercedes-Benz do Brasil traça perspectivas para 2014

img_Cambio_PowerShift_01A montadora Mercedes-Benz do Brasil já traçou as possibilidades do mercado para este ano e projeta crescimento para os próximos meses. Ao longo de 2014, a companhia acredita que o mercado total de caminhões acima de 6 toneladas cresça atingindo mais de 158 mil unidades vendidas no ano (cerca de 5%). A ideia é seguir a curva de ascensão de 2013.

“No ano passado, tivemos um cenário consolidado quanto à introdução da tecnologia Proconve P-7 (Euro 5) e, portanto, mais equilibrado em termos de mercado”, comenta Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

Segundo o executivo, no ano passado, a venda de caminhões acima de 6 toneladas no Brasil superou o volume total de 149 mil unidades, o que significa 12 % de crescimento em relação ao ano anterior. No período, foram emplacados 36.826 caminhões da Mercedes-Benz no País, volume 9% maior em relação ao ano anterior, quando foram emplacados 33.786 unidades no mercado interno.

“Os principais setores da economia como por exemplo: o agronegócio; construção civil e consumo das famílias (indústrias em geral e comércio varejista) continuarão a impulsionar o País”, ressalta o CEO. “Somos otimistas e acreditamos no potencial do mercado brasileiro de continuar crescendo. As novas regras do PSI, e fatores como investimentos em infraestrutura, os grandes eventos que o País irá sediar, juntamente com as projeções de novos recordes na produção agrícola vão movimentar positivamente o mercado. Como bem sabemos, se a economia do País cresce, o mercado de veículos comercias acompanha”.

O executivo também informou que a montadora está trabalhando juntamente com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) para impulsionar o mercado brasileiro de caminhões.

“Trata-se da criação de um programa nacional estruturado para renovação da frota. Com isso, serão criados benefícios para as fabricantes, montadoras e autopeças. Haverá também aumento da eficiência logística do País; melhorias no aspecto ambiental, com redução no consumo de combustível e dos índices de emissões; além de benefícios em termos de segurança, com potencial para redução de acidentes”.

Para o mercado de ônibus em 2014, a companhia acredita que mercado total se mantenha estável, com possibilidade de encolhimento de 5 a 10% em 2014. A ideia é manter sua participação de cerca de 50% no segmento.

“O primeiro trimestre será mais agitado, com entregas dos ônibus que irão operar na infraestrutura de suporte da Copa do Mundo, e por se tratar de um ano eleitoral. O segmento de ônibus rodoviário se manterá estável, representando cerca de 20% do total do setor. Enquanto os grandes volumes de vendas se manterão no segmento urbano, até mesmo em função dos novos corredores de ônibus e obras para infraestrutura urbana e transporte público”, conclui.

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